À medida que os ambientes tecnológicos se tornam essenciais para a operação, a complexidade cresce no mesmo ritmo. Com isso, surge a dúvida: qual o modelo de contratação traz o melhor retorno e garante que o negócio não pare?
Dados da Deloitte mostram que empresas que alinham a TI aos objetivos de negócio têm 1,8 vez mais chance de superar os resultados financeiros dos concorrentes.
Neste artigo, Bruno Dainese, Gerente de Serviços Profissionais e Gerenciados da NEC para a América Latina, analisa as diferenças entre os dois modelos e compartilha insights importantes para identificar qual deles melhor se adapta às necessidades da sua organização. Ele também explica como cada abordagem pode impactar a eficiência operacional, a segurança e o potencial de crescimento da sua empresa.
"O desafio atual do gestor de TI não é apenas manter os sistemas funcionando, mas decidir onde o talento da sua equipe interna gera valor real para o negócio", pontua Dainese.
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Os serviços profissionais funcionam como um suporte especializado para momentos de mudança. São projetos com escopo definido, prazos claros e objetivos pontuais.
Bruno reforça que a agilidade é o principal benefício: "Muitas vezes, a empresa sabe onde quer chegar, mas não tem o braço técnico necessário para fazer essa transição de forma rápida e segura. É nesse ponto que o modelo profissional resolve o problema." Essa modalidade é a chave para destravar questões técnicas em momentos críticos de expansão.
Este modelo é indicado para necessidades que a equipe interna não consegue absorver ou não possui o conhecimento específico para executar, como:
O ponto de atenção: Após a entrega do projeto, a manutenção e a operação diária voltam a ser responsabilidade da equipe interna da empresa.
Diferente do modelo por projeto, os serviços gerenciados estabelecem uma parceria contínua. O parceiro estratégico assume a execução de atividades críticas de forma recorrente.
Para Bruno, o foco aqui é estabilidade: "Não entregamos apenas um projeto isolado, mas o compromisso com a saúde da operação. Somos uma extensão do time do cliente para garantir que a tecnologia nunca seja um entrave para o crescimento." Ao adotar esse modelo, a empresa ganha previsibilidade e reduz o risco de paradas inesperadas.
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Para facilitar a sua visualização, organizamos as características principais de cada modelo:
|
Característica |
Serviços profissionais |
Serviços gerenciados |
|
Duração |
Temporária (Por projeto) |
Contínua (Baseada em contrato/SLA) |
|
Objetivo |
Implementar ou transformar |
Sustentar e otimizar |
|
Foco |
Entrega pontual de escopo |
Estabilidade e performance |
|
Responsabilidade |
Compartilhada durante a execução |
Transferida para o parceiro estratégico |
Com essas diferenças em mente, o próximo passo é avaliar onde a sua gestão deve concentrar esforços agora.
Como destaca Bruno Dainese, a escolha não deve ser baseada em "quem executa", mas sim em onde o cliente deseja concentrar o seu foco.
"A pergunta que o C-Level deve fazer hoje é: minha TI está gastando energia em tarefas repetitivas ou em projetos que diferenciam minha empresa no mercado? Se a resposta for a primeira opção, o modelo de serviços gerenciados deixa de ser um custo e passa a ser um investimento estratégico", afirma Dainese.
Com a escassez de talentos técnicos e as ameaças digitais crescentes, muitas organizações utilizam os serviços gerenciados para manter a competitividade enquanto focam no que realmente importa.
Ainda tem dúvidas? Reunimos abaixo as respostas para os questionamentos mais comuns do mercado.
Sim, e essa é uma estratégia comum. Muitas empresas contratam Serviços Profissionais para implementar uma tecnologia disruptiva e, logo em seguida, estabelecem um contrato de Serviços Gerenciados para que o parceiro sustente essa nova operação, garantindo que o investimento seja preservado.
O sinal mais claro é a sobrecarga da equipe interna. Se o time não consegue olhar para estratégia porque está preso em chamados de suporte e manutenção, é hora de delegar a gestão operacional.
Não. Empresas médias se beneficiam muito ao acessar ferramentas e especialistas de alto nível sem precisar arcar com os custos de uma folha de pagamento interna robusta e especializada.
Segundo Bruno Dainese, o risco é perder eficiência: "Se você contrata um projeto pontual (Profissional) para algo que exige cuidado contínuo, a solução degrada rápido. Se contrata uma gestão contínua (Gerenciada) para algo que era apenas um ajuste rápido, você engessa seu orçamento. O segredo é o diagnóstico correto do cenário."
A NEC combina recursos técnicos globais com uma presença local sólida para oferecer o suporte que a sua empresa precisa. Nosso diferencial está na capacidade de orquestrar ecossistemas complexos, unindo processos consolidados, ferramentas de automação e um time de especialistas prontos para atuar tanto em projetos disruptivos quanto na sustentação de ambientes críticos.
Como conclui Bruno:
"Nosso papel é ser o parceiro que dá suporte à jornada digital de ponta a ponta, oferecendo desde a consultoria inicial até a operação mais crítica com segurança e transparência."
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Este artigo foi baseado no texto original de opinião publicado por Bruno Dainese, gerente de serviços profissionais e gerenciados da NEC na América Latina. Acesse aqui o conteúdo na íntegra.